Verifique Antes de Ler No 3, ano 3

Um mês de fôlego

Olá, como vocês estão?

Março foi um mês de fôlego aqui na VAL. Não apenas porque publicamos seis (!!) textos, mas também pelos diversos assuntos abordados. De indicações de clássicos ignorados até reflexões mais profundas, abarcando a forma e a percepção do público e da academia, foi um mês para pensarmos sobre a literatura como um todo.

Então que tal conferir tudo o que houve por aqui?

Para ler um artigo, basta clicar no título ou na imagem.

Ilustração em estilo semirrealista de um navio pirata antigo em uma praia à noite. O navio tem velas retangulares e está bem próximo da margem, as águas ao redor dele parecem estar iluminadas pelo luar, mas o céu da ilustração é escuro e sem lua. Toda a ilustração é em tons de verde, do mais claro quase branco da espuma do mar ao mais escuro quase preto das margens, com um degradê de um verde amarelado partindo da linha do horizonte e ficando mais escuro e azulado para ilustrar o céu à noite.

Listas temáticas

Nossas valquírias Ana Carolina Dantas, Ícaro de Brito e Roger Portela falam sobre o específico e amado gênero das histórias de pirata, contando por que amam tanto aventuras marítimas e criminosos dos mares, e indicam algumas histórias marcantes para eles.

Banner com as capas do filme e do livro “Enterre seus mortos” e uma fotografia de Coral Daia: mulher branca de olhos verdes e cabelo ruivo cacheado na altura dos ombros. Ela sorri e olha diretamente para a câmera. As duas capas são em tons predominantes de vermelho e combinam com o fundo do banner: um degradê que vai do vermelho ao preto de cima para baixo. A capa do filme é uma montagem com o ator Selton Mello e a atriz Marjorie Estiano na parte de cima, o título no centro em letras amarelas e uma fotografia de uma área remota na parte de baixo, tudo com um filtro de efeito avermelhado. A capa do livro é uma ave de rapina preta de asas abertas sobre um fundo vermelho com a autoria (Ana Paula Maia) e o título em letras brancas sobre ela. Na parte de baixo, o logo da editora Companhia das Letras.

O horror do fim: Enterre seus mortos

Fora das páginas

Coral Daia fala um pouco sobre o filme “Enterre seus mortos”, dirigido por Marco Dutra, e como o filme lhe foi estranho e interessante em suas diferenças em relação ao livro de Ana Paula Maia.

Banner de fundo azul-escuro com linhas pretas onduladas mostrando, num mosaico inclinado para a direita, as capas de cinco livros: “Tenda dos milagres”, de Jorge Amado; “Incidente em Antares”, de Érico Veríssimo; “Demônios”, de Aluísio Azevedo; “O Jardim Secreto”, de Frances Hodgson Burnett; e “A marca do Zorro”, de Johnston McCulley.

Os clássicos escondidinhos no fundo da estante

Recomendações mistas

Nossas valquírias indicam livros que podem ser considerados clássicos, mas que geralmente não são os mais lembrados quando falamos de literatura clássica.

Fotografia de uma mesa com alguns livros sendo manuseados por uma pessoa cujo rosto não aparece na imagem. Além dos livros, há um notebook aberto sobre a mesa.

O que significa “definir literatura”?

Mania de leitore

Ana Carolina Dantas fala sobre a definição de literatura por parte da academia e sobre como muitas vezes isso vem com uma pesada carga de elitismo.

Fotografia de um coelho branco com manchas pretas usando óculos falsos feitos de arame dourado. O coelho está sobre um fundo verde claro em cima de um livro aberto, como se o estivesse lendo.

Quem escreve um conto, conta; se for para mostrar, escreve um mostro!

Mania de leitore

yuri cortez escreve sobre como vozes narrativas são percebidas em um texto, mesmo que ele seja bem mais direto e objetivo, e dá um ótimo exemplo de elegância, personalidade e simplicidade.

Pintura a óleo sobre tela de John William Waterhouse (1903) retratando Eco e Narciso da mitologia grega. Narciso, vestindo um pano vermelho, se debruça sobre a margem rochosa de um rio, admirando o seu próprio reflexo na superfície da água. A uma certa distância, segurando-se no tronco de uma árvore, Eco o observa. Ela veste um pano rosa que tampa apenas um seio e tem uma flor vermelha no cabelo preso num coque. À volta deles há uma cena bucólica onde o rio continua o seu fluxo sinoso em meio às árvores.

Mania de leitore

Gabriel Yared escreve um ensaio sobre literatura contemporânea e sobre como a identificação do leitor com a história muitas vezes tem ignorado forma e estilo e colocado em segundo plano a importância da qualidade da obra como literatura.

Esses são os nossos posts no mês de março. Ufa! Se você curte a VAL, algum dos nossos colunistas ou algum texto em específico, dê um grito! Ou, de maneira mais eficiente, encaminhe este e-mail ou compartilhe nosso blog nas redes sociais. Você também pode acompanhar nossas publicações no Bluesky e no Instagram. Até!

Não se interessou pelos posts do mês? Navegue pelo arquivo do blog:

Reply

or to participate.